Garrafa de Dor
Sonhos, todos tem os seus. Alguns bons, alguns ruins, alguns que você desejaria esquecer. Algumas vezes percebe que os superou. Algumas vezes sente que estão finalmente se tornando realidade. E alguns de nos.. só tem pesadelos.Mas não importa o que sonhe, quando a manha chega, a realidade se intromete, o sonho começa a escapar. Erros. Todos nós os cometemos. Eles geralmente começam com a melhor das intenções como manter um segredo pra proteger alguém. Ou se distanciando da pessoa que você se tornou
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30/05/2012 @ 21:01

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Viemos de fábrica com uma pitada de poesia dentro de cada um de nós. O que diferencia um dos outros, é a liberdade que os mesmos dão à tal poesia. Alguns reprimem-a e prendem-a em uma cela trancafiada à catorze chaves - sete é muito pouco -. Já outros, nem ligam para essa tal poesia. A hora que transbordar transbordou, e quando não transbordar, que venha a seca. Também existem aqueles que estão sempre fazendo um tour dentro de si em busca de vestígios da tão amada - e temida - poesia. Esses deixam a tal da poesia livre, livre pelos quatro cantos do mundo - que por sinal, não têm esses cantos, pelo fato dele ser redondo -. Esses deixam a poesia voar como uma borboleta que plana por cima das mais belas flores do mais belo jardim durante uma tarde de primavera; deixam a poesia voar como uma folha solitária que voa rente ao chão logo após cair da árvore num fim de tarde de outono; deixam a poesia espalhar-se como os raios de Sol espalham-se logo pela manhã num dia quente de verão; deixam a poesia vir junto com o vento gelado que vêm de encontro ao seu corpo quente logo após o seu banho numa noite de inverno. Esses alguns são melancolia e monotonia; esses alguns são arco-íris e temporal; são colorido e preto e branco; são loiros e são morenos; são ruivos e são castanhos; são explosivos e são a paz; são a guerra dentro de si e são a paz interior; são e não são; são, mas muitas vezes não são o bastante; são, e deixam de ser; são até demais; são. Esses, há muito tempo, deixaram de ter uma pitada de poesia dentro de si. Esses, há muito tempo, são poesia. Poesia-ambulante.
Arthur Macedo  (via rockandsoda)


30/05/2012 @ 20:58
Ô minha filha, as suas dores não são as maiores do mundo e nem vão ser. Sacode a poeira. Toma um banho de rio. Abre essas asas. Grita alto, chora baixo. Pula alto e cai de cara. Desenha toda a beleza do mundo. Compra uma caixa de lápis de cor e sai aí colorindo a vida.
Tati Bernardi  (via rockandsoda)


30/05/2012 @ 20:58

30/05/2012 @ 20:58

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30/05/2012 @ 20:57

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30/05/2012 @ 20:55
Essa conversa de que a pessoa só dá valor quando perde não é verdadeira. Cada um sabe exatamente o que tem à seu lado. O problema é que ninguém acredita que um dia vá perder.
Tati Bernardi (via sol1taria)


30/05/2012 @ 20:46

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